Indústria apresenta soluções antifúngicas para panificação e busca ampliar presença fora do Nordeste
A Rigel Brasil, indústria com sede no Ceará voltada à produção de conservantes antifúngicos para pães, bolos e massas, está entre os expositores da FIPAN 2025, feira voltada ao setor de panificação e confeitaria que ocorre até 25 de julho, em São Paulo. A participação marca a estratégia da empresa de expandir sua atuação para as regiões Sudeste e Sul do país.
Durante o evento, a empresa apresenta seu portfólio de conservantes e tecnologias voltadas à extensão da validade de produtos panificados e à redução de perdas na produção. Segundo a direção da empresa, o foco é firmar novas parcerias comerciais e buscar oportunidades em estados que concentram os maiores volumes de consumo e produção do setor.
De acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria de Panificação e Confeitaria (Abip), o segmento movimenta mais de R$ 105 bilhões por ano e projeta crescimento de 6% em 2025, impulsionado pela demanda por alimentos com maior durabilidade e menor necessidade de preparo. O Sudeste responde por cerca de 55% do consumo nacional.
“O nosso objetivo é ampliar parcerias e fortalecer a presença em mercados onde a demanda por soluções que aumentam a eficiência dos produtos de confeitaria e panificação é crescente”, afirma Emanuel Lacerda, diretor comercial da Rigel Brasil.
Investimentos e expansão
Nos últimos meses, a empresa cearense investiu R$ 2,2 milhões em modernização da sua estrutura industrial, automação de processos e aquisição de novos equipamentos. O investimento também contemplou o desenvolvimento de novos produtos voltados à conservação de alimentos.
Com esse movimento, a Rigel aumentou sua base de clientes no Ceará em 55% no último ano, consolidando-se como uma das principais fornecedoras regionais de conservantes antifúngicos para o setor.
A participação na FIPAN, segundo a empresa, é vista como uma etapa importante para ampliar a atuação em outras regiões do país. “Estamos investindo para expandir nossa operação e levar soluções mais eficientes para um número ainda maior de empresas no Brasil”, conclui Lacerda.
